Arquivo do mês: outubro 2011
Saca-rolhas
Sexy Wine
Yoga para enófilos
Vinho verde, a pedida para o verão
Para finalizar um fim de semana maravilhoso, épico mesmo,
que começou na sexta-feira com a comemoração do aniversário de minha esposa (show do Oswaldo Montenegro, drinks no Biergarten) passando por um dia de sábado inesquecível de Stammtisch na companhia de fiéis e novos amigos, jantar dançante regado a muita comida boa e cerveja, seguindo até a um almoço dominical muito agradável (cordeiro e risoto) em um restaurante italiano aqui em Joinville… ufa! …
escolhi um vinho verde português, levinho, simpático, frisante que com certeza irá fazer sucesso nas noites quentes que se anunciam por aqui.
O Casal Garcia Branco DOC 2009 agradou desde o começo, belo conjunto rótulo/visual. Na taça, um tom dourado claro com as bolhinhas dando aquele toque refrescante que você espera de um vinho desses. A efervescência realmente é uma marca registrada desse tipo de vinho. No nariz e na boca, uma delícia: notas de limão e outras frutas cítricas, até laranja lima apareceu para a festa de aroma e sabor.
Então, amigo… pense nisso: por vinte reais, o verão pode ser mais refrescante e gostoso. Fica a dica
Ficha Técnica
Produtor: Aveleda
Tipo: Branco – Assemblage
Região: Vinho Verde
País: Portugal
Uvas: Trajadura, Loureiro, Pedernã e Azal.
Graduação Alcoólica: 10%
Temperatura de Serviço: 7oC
Envelhecimento: Amadurecimento em aço inox.
Diretrizes Enogastronômicas: Bacalhoada, paella, frutos do mar, peixes grelhados, aperitivo.
Safra: 2009
Conteúdo: 750
Wine Speak!
O ilustrador britânico Ronald Searle lançou em 1983 o THE ILLUSTRATED WINE SPEAK, um guia super bem-humorado que traz cartuns geniais sobre os principais termos enológicos. Seguem alguns para vosso deleite
Trapiche Roble Malbec

Hoje foi dia de visitar um dos clássicos da boa relação custo x benefício. Os vinhos Trapiche sempre se saíram bem naquelas situações informais, acompanhando uma massa inventada em casa, tudo sem grandes pretensões. E hoje (quase) não foi diferente.
De diferente, e meio que desagradável, foi o fato de eu ter achado o álcool do Trapiche Roble Malbec 2008 muito persistente no nariz… Mesmo deixando o cara descansar, respirar, e tantos outros ‘ar’ o álcool se fez presente durante um bom tempo, de maneira meio truculenta. O que não condisse de maneira alguma com o sabor suave, amadeirado com notas de baunilha, muito gostoso. Essa falta de harmonia incomodou um pouco, mas não o suficiente para me tirar o humor.
No geral, para um vinho que custou 28 reais, cumpriu seu papel de acompanhar uma massa com linguiças e requeijão que acabei inventando rapidamente. Resumindo: não decepcionou mas também não empolgou.
Bebo e não vejo tudo
Quando a gente pensa que já viu tudo na vida… aparece isso.













