Caro Papai Noel

“É meu bom e velho amigo, sei que não me comportei bem nesse ano que se finda.
Por isso vou poupar nosso tempo e ir direto ao assunto: nesse Natal, já que não sou merecedor de um presente caro, desejável e invejável, lhe peço somente essa lembrança humilde…
Uma bolsa para que eu possa passar o ano de 2012 tranquilo e quem sabe melhorar minha impressão perante você e a sociedade.

Grato, um grande abraço!

Alexandre Setter

ps.: segue a foto da bolsa que estou pedindo de presente nesse Natal, pra encomendar é só clicar na imagem”

 

Museus do Vinho: Pleven

Para inaugurar essa nova categoria, que  irá postar alguns dos museus destinados ao assunto vinho por todo o mundo, escolhi um da terra natal de nossa presidente Dilma Roussef.

O museu do vinho de Pleven, na Bulgária é o resultado de anos de esforços de arquitetos búlgaros e franceses, especialistas em vinho e representantes do museu de história desta cidade.

A cidade foi escolhida, pois é considerado um dos primeiros centros da indústria de vinho búlgaro. A primeira escola profissional de cultivo abriu as portas em 1890. Os visitantes deste belíssimo museu podem comprar o vinho por lá mesmo, depois de degustação guiada de algumas das cerca de 7000 garrafas. Uma caverna no parque Kailuka, perto de Pleven, abriga o museu. Sua coleção inclui vinhos com idade entre 30 e 90 anos. Parte da coleção inclui vinhos contemporâneos de várias regiões da Bulgária. A gruta abriga também 100 barris de carvalho, diversos utensílios antigos utilizados na produção de vinhos entre outras curiosidades.

Infográfico interessante

O programador Carl Tashian compilou os termos mais utilizados em mais de 5.000 degustações de vinhos publicadas e criou um infográfico bem legal, mostrando as características mais notáveis de alguns tipos de vinho. Abaixo, a visualização das características sensoriais do Merlot, por exemplo. Confira aqui o trabalho do rapaz!

Os ‘Bruts’ também amam

É com grande prazer que hoje esse blog vem falar de amor.
Afinal, nada harmoniza mais com um romance do que os espumantes, que são considerados a bebida oficial dos apaixonados, ao redor do mundo. E isso fica muito claro no amor que a família Cadorin demonstra pela boa mesa e por sua empresa, a De Marseille, marca de Joinville especializada em vinhos e alimentos finos.

Por esses dias, tive a gratíssima surpresa de saber por intermédio da Thonia Cadorin, que a De Marseille tinha acabado de lançar sua linha personalizada de espumantes e fui convidado por ela (na verdade eu me convidei!) a fazer um post, degustando essa novidade.

Produzido pela Domno do Brasil (mais recente fruto do empreendedorismo da Casa Valduga) especialmente para a marca, o DM Brut é um espumante super agradável, que traz uma característica interessante: agradou em cheio a esse que vos escreve que é fã dos vinhos bem secos mas também a minha esposa e cunhada, famosas por não trocarem seus lambruscos, asti ou moscatéis por nada. Mas ambas se renderam a suavidade calculada, ao aroma delicado de ervas e carvalho e aquele toque de nozes e avelãs, tão característico de um bom vinho branco.

No que depender da paixão profissional da família Cadorin, o amor está no ar. E partir de agora, estará também nas taças dos apaixonados por um bom vinho.

E aguarde para breve, entrevista exclusiva com a amiga Thonia Cadorin, que irá contar mais sobre essa e outras novidades.

Tim tim!

Viajando sem sair de casa

Uma noite na cozinha pode ser um jeito de viajar por sabores, aromas, texturas e culturas variadas. E foi assim com a jantinha de sábado aqui de casa. Começou com um giro pela Itália, do Sul ao Norte, representado pela massa napolitana de grano duro, o azeite extra virgem com basílico de Lucca e um delicioso molho peso genovese. Daí, para completar a ideia da massa, um pulinho aqui ao lado, em Itajaí, terra portuária de pescadores e descendentes de açorianos, para adicionarmos as saborosas sardinhas ao molho.

O festim não ficaria completo sem um bom vinho para acompanhar essa deliciosa receita, então rumo à Portugal, de onde degustamos um vinho verde, Aliança Casal Mendes, honestíssimo.

A brincadeira durou um par de horas, desde o preparo junto com minha família até a degustação da receita, que aliás, agradou demais. Uma viagem imaginária e gastronômica que, se não é a real, ajuda a matar saudades de lugares que conhecemos (ou não) e que sonhamos em tornar a visitar.