Chegou a parte final do mega-post sobre a viagem a Buenos Aires no mês de julho. Depois de falar um pouco sobre a arquitetura, os restaurantes, chegou a vez de destacar os vinhos que comprei por lá e degustei por aqui. Eles foram adquiridos na loja Tonel Privado do shopping Galerias Pacifico, na Calle Florida.



Fui super bem atendido e assessorado pelo hermano xará Alejandro, que fez uma seleção no meu ponto de vida, matadora para o (pouco) que eu queria gastar. Valorizei na escolha principalmente vinhos que não são encontrados facilmente por aqui (Joinville). Contei com os conselhos do amigo e mestre Alexandre Frias, que me deu algumas ótimas dicas e que foram devidamente aproveitadas. Como vocês podem observar nas fotos, os vinhos foram muito bem embalados, e a caixa chegou intacta ao seu destino.



Por ordem de degustação, os vinhos foram os seguintes:

Alto Sur Malbec 2010
38 pesos (19 reais)
Simples, descompromissado mas com álcool e acidez suficientes para um boa degustação.

Cruz Alta Cabernet Sauvignon 2012
45 pesos (23 reais)
Belíssimo CS, com certeza uma das surpresas da seleção. Se encontrar por aí, irei comprar novamente.

La Vuelta Malbec 2010
28 pesos (14 reais)
O arrependimento: não ter provado antes esse vinho lá para ter trazido 1 caixa! Custo x benefício espetacular, vinho delicioso.

La Flor de Pulenta Cabernet Sauvignon 2008
58 pesos (29 reais)
Um vinho mais famoso, com o renome Pulenta. Bom, nada espetacular. Degustei vinhos melhores por menos lá em Buenos Aires.

Animal Malbec 2009
81 pesos (40 reais)
Um orgânico com assinatura de Ernesto Catena. Um vinhaço, que por aqui custa mais de 70 reais, valeu cada peso investido.

O último, um Trapiche Ciento Veinte Años, ainda não foi degustado. Mas está cercado de alguma expectativa, por ser o vinho mais caro que comprei e visto que o Alejandro, vendedor da Tonel Privado me confidenciou que seria uma bela compra por se tratar de um vinho com muitos atributos genuinamente argentinos. Foi criado com 5 uvas (Cabernet Sauvignon, Merlot, Malbec, Cabernet Franc e Petit Verdot) em homenagem aos 120 anos da Bodega Trapiche. Como me simpatizei com a loja e o ótimo atendimento, resolvi confiar no cara. Agora, é aguardar a ocasião ideal para abrir o último sobrevivente da viagem. E pode deixar que, como sempre, contarei tudo pra vocês
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