Fechado para mudanças!

Gente, por um tempo indeterminado estarei segurando as postagens no blog. Estou em uma fase intensa em minha vida profissional, mil projetos e coisas acontecendo ao mesmo tempo. Mas não esqueci do nosso querido Veni, Vidi, Vinho e um dos meus objetivos imediatos é encontrar alguém que possa me ajudar na geração de conteúdo e gestão do blog. Em breve, estaremos de novo de portas abertas, brindando aos bons momentos da vida.

So help us God.

Alexandre Setter

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O vinho como arma, uma história surpreendente!

Uma conspiração surpreendente está voltando à tona no Uruguai depois de 34 anos, com novas investigações e descobertas. Uma tentativa de assassinato com garrafas de vinho branco envenenado endereçadas ao ex-presidente Luis Alberto Lacalle, ao senador Carlos Julio Pereyra e ao conselheiro Mario Heber. Quem se deu mal foi a esposa de Heber, que bebeu um golinho do vinho e caiu morta na hora, tamanha a potência do veneno. A história completa, incrível, está neste link (em espanhol).

Trapiche Roble Malbec


Hoje foi dia de visitar um dos clássicos da boa relação custo x benefício. Os vinhos Trapiche sempre se saíram bem naquelas situações informais, acompanhando uma massa inventada em casa, tudo sem grandes pretensões. E hoje (quase) não foi diferente.

De diferente, e meio que desagradável, foi o fato de eu ter achado o álcool do Trapiche Roble Malbec 2008 muito persistente no nariz… Mesmo deixando o cara descansar, respirar, e tantos outros ‘ar’ o álcool se fez presente durante um bom tempo, de maneira meio truculenta. O que não condisse de maneira alguma com o sabor suave, amadeirado com notas de baunilha, muito gostoso. Essa falta de harmonia incomodou um pouco, mas não o suficiente para me tirar o humor.

No geral, para um vinho que custou 28 reais, cumpriu seu papel de acompanhar uma massa com linguiças e requeijão que acabei inventando rapidamente.  Resumindo: não decepcionou mas também não empolgou.