E foi assim: fiz um sanduíche de pão francês, manteiga, uma fatia de queijo e o bife acebolado que sobrou do almoço, cortado em pequenas fatias. Entre uma mordida e outra, uma bebericada no controverso Toro Loco, o vinho de um punhado de euros que bateu uma porção de concorrentes mais caros em uma degustação às cegas na Europa. Aqui, foi recebido com opiniões diversas, algumas até mais exaltadas o acusavam de pura manobra de marketing, etc & etc. E como gosto é gosto… nem vou entrar no mérito.
E eu que não sou ‘loco’ nem tenho um orçamento gigante para aventuras etílicas, enfim, sou apenas um enoleigo latino-americano sem dinheiro no banco nem parentes importantes, sorvi esse vinho barato de maneira descompromissada, em uma noite de segunda-feira chuvosa. E sinceramente ele foi muito bem com meu sanduíche. Ah claro, não é um barolo nem um bordeaux… Não esperava, também, tanta coisa de um vinho que custa no Brasil seus 20 e pouco reais. Mas no resumo: Olé! vou abrir outra garrafa dia desses.



















